segunda-feira, 25 de março de 2013

Energias e Magia - Parte 2

Energias e Magia – Parte 2



Parece estranho à primeira vista? Parece estranho que o homem possa emitir energia

consciente e direcioná-la para um objetivo específico? Vejamos.

Quando eu pensei em escrever esse artigo, primeiro concebeu-se uma idéia em minha

mente, que originou um impulso energético que correu em meus músculos acionando

outras partes de meu corpo (a mão e os dedos) fazendo com que estes aplicassem uma

energia de movimento às teclas do computador, emitindo um impulso energético

originando os bits e bytes necessários para a visualização no teclado e a impressão na

mesma folha que você está lendo. Logo, esse texto nada mais é que o resultado de uma

energia movida pela vontade. Simples, mas talvez você nunca tenha pensado no

assunto...

Outro exemplo mais material: a TV que você tem em casa permite que você assista

programas enviados por “sinal de TV” para sua residência. Temos aqui duas

possibilidades: ou você tem a chamada “TV aberta” e necessita de uma antena externa

ou interna para poder captar exatamente o que as emissoras lançam ao ar, ou você tem

“TV por assinatura” e recebe os sinais diretamente do seu receptor.

E o seu celular? Não recebe chamadas emitidas especificamente para o seu aparelho?

Não é uma forma de energia enviada com freqüência e direção própria?

Se a Magia é o uso consciente de energias invisíveis para a obtenção de um efeito

visível, então significa que o simples ato de dirigir um carro é magia. E é isso mesmo.

No momento em que isso se aclara em nossas mentes temos consciência de que atuamos

o tempo todo transmutando a matéria de forma a obter os melhores efeitos sobre ela.

Assim sendo, o homem molda a matéria desde os primórdios, porém ainda desconhece a

potencialidade dessas ações. O homem direciona energia consciente desde os

primórdios com o uso de “muletas” (fios, radares, antenas, rádios), porém ainda não

percebeu que o maior emissor/receptor de energias é ele mesmo. Os rádios, fios, radares

e antenas são constituídos de átomos – mesmo elemento constitutivo do nosso corpo.

Quer dizer então que podemos emitir energia? Sim, afinal essa é uma característica de

todos os corpos. Mas podemos emitir energia de modo a “enviá-la” para outras pessoas?

Sim, mas para responder a isso precisamos entender o que é energia e quais seus

elementos constitutivos.

Pelas Leis atuais, uma partícula de matéria só pode emitir energia de acordo com

propriedades ondulatórias. Uma Onda Energética pode ser medida em três grandezas: o

Comprimento, a Freqüência e a Amplitude. Vejamos como isso se dá de forma básica,

pois o detalhamento não é o foco desse texto.


a)

Comprimento de Onda: distância entre dois picos de padrão ondulatório.

b)

Frequência: quantidade de vezes em que o comprimento de onda ocorre em

determinado tempo. A freqüência é medida em Hertz (Hz);


c)

Amplitude: Como mostrado na imagem abaixo, a amplitude “y” é a distância

entre a linha média da onda com o ponto máximo do “pico” observado.

Como sabemos dos nossos estudos básicos de Física, a Luz (uma energia) sofre refração

(desvio) ao passar de um meio de densidade diferente do outro - por exemplo, quando

um raio de sol entra em contato com a água de um lago, esta sofre um desvio em relação

ao grau de incidência anterior. Também sabemos que a luz possui velocidade específica,

assim como o som. Portanto, podemos deduzir a partir dos elementos acima que uma

onda de energia possui formato, componentes e velocidade própria. Ela é como uma


flecha


– dispara na direção em que o arco apontar. A ciência também demonstra uma

das leis formuladas por Albert Einstein: A Lei da Conservação da Matéria e da Energia.

Segundo essa Lei, a quantidade total de matéria e energia no Universo permanece

constante, portanto energia não pode ser destruída ou criada, apenas gerada,

transformada, liberada ou absorvida.

Nossos cinco sentidos físicos (paladar, olfato, tato, visão e audição) estão habilitados a

perceber apenas uma pequena fração do espectro energético. A visão, por exemplo, está

condicionada a apenas perceber o que está entre os Infra-vermelhos e os Ultravioletas.

Essa é a Luz Visível. Como pode ver abaixo, do espectro conhecido pela ciência

enxergamos apenas uma pequena fração. Assim ocorre também com o som, por

exemplo, em que captamos apenas o espectro entre os Infra-sons e os Ultra-sons.

Isso significa que existe toda uma gama de energias que a nossa Mente Consciente pode

perceber através de seus Centros de Captação – os órgãos dos sentidos. Uma pequena

variação – ínfima que seja – permite que um ser humano possa enxergar, sentir, cheirar,

degustar e ouvir muito além de uma pessoa normal. Quem amplia esses sentidos

costuma chamar-se paranormais, e a ciência ainda engatinha no seu conhecimento, pois

nossa Mente Lógica refuta tudo o que não consegue explicar. São os chamados

clarividentes, clariolfativos, clariaudientes, etc.

Além disso, a mente racional costuma identificar melhor coisas quando adaptados a

elas, por isso o fato de os esquimós enxergarem mais de uma centena de tons diferentes

de branco e de criarem palavras para distinguir cada uma delas.

Então é interessante meditar e refletir sobre o assunto: quantas coisas existem que não

temos a percepção através dos sentidos normais? E quantas coisas percebemos no

decorrer da vida e que o cérebro se faz de “cego” por não conseguir classificar,

catalogar e arquivar sua imagem? Quantas energias são atuantes em nosso corpo, mas

por termos somente leves impressões preferimos dizer que são falsas sensações

causadas pelo nosso cérebro? É absolutamente provado que vivemos num oceano de

energias invisíveis causado pelos homens – basta pensar nas milhares de pessoas que

hoje dispõem de telefones celulares. Nós não vemos essas ondas energéticas, mas

vivemos no meio delas. Por que razão não dizemos que elas não existem?

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